NOTÍCIA: Consumidor deve estar atento ao endividamento
Em janeiro, o educador financeiro relatou que o endividamento, em alguns casos, alcança situação tão extrema que o devedor pede demissão do emprego só para utilizar as parcelas indenizatórias na quitação dos compromissos financeiros.
Por Adriano Villela
Responsável pelo instituto especializado em educação financeira Dsop, Reinaldo Sampaio, a estratégia nova dos bancos públicos “pois, a redução dos juros bancários para o consumidor final possibilita que as pessoas endividadas buscarem opções mais interessantes para sair dessa situação”.
O receio dele, por outro lado, é o impacto que essa notícia terá na vida das pessoas “para que isso não reflita em uma bolha de consumo desenfreada”. Sampaio avalia que o consumidor, visando evitar o endividamento, deve procurar saber se realmente o produto ou serviço almejado é necessário e irá agregar valor em sua vida, ou se poderia ser comprado em um outro momento.
“A solução para que esse problema se resolva e para que o consumidor possa aproveitar bem o momento de baixa de juros, sem que isso reflita em dívidas futuras e o crescimento da inadimplência é desenvolver e aplicar o consumo consciente em conjunto com a educação financeira”, reforça. Em janeiro, o educador financeiro relatou que o endividamento, em alguns casos, alcança situação tão extrema que o devedor pede demissão do emprego só para utilizar as parcelas indenizatórias na quitação dos compromissos financeiros.
O crédito será mais seletivo, diz consultor
Miguel Oliveira não crê no surgimento de uma bolha. “Os juros menores baixam as margens dos bancos, que buscam menos riscos. O crédito será mais seletivo”, disse. O executivo fez uma projeção sobre o impacto das novas taxas da Caixa Econômica. No cheque especial, foi verificada uma redução de 3,68% após 30 dias. Já na taxa mínima do crédito consignado, com prazo de 36 meses a diminuição da parcela alcançou 12,7%. Nos dois casos, foi considerado um empréstimo no valor de R$ 2.000.
Num financiamento de veículos no valor base de R$ 25 mil e 60 parcelas, a queda corresponde a R$ 1.935 ao final do pagamento do carro. Caso o consumidor use o cheque especial salário por 30 dias, ele pagará R$ 70 de juros, ante os R$ 163,6 nas tarifas anteriores.
Reprodução de matéria do mesmo autor, produzida originalmente para o jornal Tribuna da Bahia, publicada na edição do dia 11.04, à página 6
Por Adriano Villela
Responsável pelo instituto especializado em educação financeira Dsop, Reinaldo Sampaio, a estratégia nova dos bancos públicos “pois, a redução dos juros bancários para o consumidor final possibilita que as pessoas endividadas buscarem opções mais interessantes para sair dessa situação”.
O receio dele, por outro lado, é o impacto que essa notícia terá na vida das pessoas “para que isso não reflita em uma bolha de consumo desenfreada”. Sampaio avalia que o consumidor, visando evitar o endividamento, deve procurar saber se realmente o produto ou serviço almejado é necessário e irá agregar valor em sua vida, ou se poderia ser comprado em um outro momento.
“A solução para que esse problema se resolva e para que o consumidor possa aproveitar bem o momento de baixa de juros, sem que isso reflita em dívidas futuras e o crescimento da inadimplência é desenvolver e aplicar o consumo consciente em conjunto com a educação financeira”, reforça. Em janeiro, o educador financeiro relatou que o endividamento, em alguns casos, alcança situação tão extrema que o devedor pede demissão do emprego só para utilizar as parcelas indenizatórias na quitação dos compromissos financeiros.
O crédito será mais seletivo, diz consultor
Miguel Oliveira não crê no surgimento de uma bolha. “Os juros menores baixam as margens dos bancos, que buscam menos riscos. O crédito será mais seletivo”, disse. O executivo fez uma projeção sobre o impacto das novas taxas da Caixa Econômica. No cheque especial, foi verificada uma redução de 3,68% após 30 dias. Já na taxa mínima do crédito consignado, com prazo de 36 meses a diminuição da parcela alcançou 12,7%. Nos dois casos, foi considerado um empréstimo no valor de R$ 2.000.
Num financiamento de veículos no valor base de R$ 25 mil e 60 parcelas, a queda corresponde a R$ 1.935 ao final do pagamento do carro. Caso o consumidor use o cheque especial salário por 30 dias, ele pagará R$ 70 de juros, ante os R$ 163,6 nas tarifas anteriores.
Reprodução de matéria do mesmo autor, produzida originalmente para o jornal Tribuna da Bahia, publicada na edição do dia 11.04, à página 6
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