SALVADOR: Orçamento do município cresce 6%
Total de Receitas/Despesas em R$ 7,8 bi resultam, segundo a prefeitura, da alta da arrecadação própria, empréstimos e convênios
Aprovado pela Câmara de Vereadores o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2019, define em R$ 7,8 bilhões o total de receitas e despesas da prefeitura de Salvador no próximo ano. O valor representa crescimento da ordem de 6% em relação ao exercício anterior.
O crescimento é resultado, essencialmente, da elevação da arrecadação própria e da estratégia de captação de recursos junto a instituições financeiras nacionais e internacionais. Também contribuíram convênios e contratos celebrados com a União, que garantem a continuidade dos programas de investimentos no município.
“Se antes todos os gastos municipais eram sustentados pela geração de recursos próprios, hoje, como consequência da credibilidade alcançada com árduo trabalho e responsabilidade fiscal, podemos contar com um volume expressivo de recursos oriundos de operações de créditos”, afirmou o prefeito ACM Neto.
As receitas correntes, originárias de arrecadação própria ou transferências constitucionais e legais, correspondem a 82% do orçamento e estão estimadas R$ 6,4 bilhões. Deste total, R$ 2,6 bilhões são receitas diretamente arrecadadas pelo município, onde o ISS, ITIV e IPTU somam R$ 2 bilhões.
Nas despesas, os gastos correntes totalizam R$ 6,5 bilhões. Já as despesas de capital totalizam R$ 1,3 bilhão - investimentos somam R$ 1,1 bilhão, inversões financeiras R$ 500 mil e amortização da dívida R$ 148 milhões.
Aprovado pela Câmara de Vereadores o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2019, define em R$ 7,8 bilhões o total de receitas e despesas da prefeitura de Salvador no próximo ano. O valor representa crescimento da ordem de 6% em relação ao exercício anterior.
O crescimento é resultado, essencialmente, da elevação da arrecadação própria e da estratégia de captação de recursos junto a instituições financeiras nacionais e internacionais. Também contribuíram convênios e contratos celebrados com a União, que garantem a continuidade dos programas de investimentos no município.
“Se antes todos os gastos municipais eram sustentados pela geração de recursos próprios, hoje, como consequência da credibilidade alcançada com árduo trabalho e responsabilidade fiscal, podemos contar com um volume expressivo de recursos oriundos de operações de créditos”, afirmou o prefeito ACM Neto.
As receitas correntes, originárias de arrecadação própria ou transferências constitucionais e legais, correspondem a 82% do orçamento e estão estimadas R$ 6,4 bilhões. Deste total, R$ 2,6 bilhões são receitas diretamente arrecadadas pelo município, onde o ISS, ITIV e IPTU somam R$ 2 bilhões.
Nas despesas, os gastos correntes totalizam R$ 6,5 bilhões. Já as despesas de capital totalizam R$ 1,3 bilhão - investimentos somam R$ 1,1 bilhão, inversões financeiras R$ 500 mil e amortização da dívida R$ 148 milhões.
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