GUERRA COMERCIAL: EUA e China encaminham trégua
Presidente dos Estados Unidos anuncia corte de tarifas e indica responsável por negociações. Até onde reaproximação irá?
A China concordou em “reduzir e remover” tarifas abaixo do nível de 40% que cobra atualmente de veículos fabricados nos Estados Unidos. O relato é do governo dos EUA. Mas é fato que Donald Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, encaminharam conversas na Argentina no sábado, durante o G20. Mas a Casa Branca também disse que as atuais tarifas de 10% sobre US$ 200 bilhões de dólares de bens chineses serão elevadas para 25% se não se chegar a um acordo dentro de 90 dias.
Em um encontro de duas horas e meia, os EUA concordaram em não elevar mais as tarifas em 1º de janeiro, e a China concordou em comprar mais produtos agrícolas dos agricultores norte-americanos imediatamente.Os dois lados também concordaram em iniciar debates sobre como resolver impasses, como a proteção à propriedade intelectual, barreiras comerciais não-tarifárias e o roubo cibernético.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Geng Shuang, reiterou comentários do principal diplomata do governo, o conselheiro de Estado Wang Yi, que disse no sábado que o objetivo final é a eliminação de todas as tarifas.
“Os líderes dos dois lados instruíram as equipes econômicas dos dois lados a intensificarem as conversas para a remoção de todas as tarifas que foram impostas”, assegurou Geng em um boletim de notícias diário.
O representante de Comércio dos Estados Unidos, Robert Lighthizer, irá liderar as negociações com a China sobre tarifas, acesso ao mercado e mudanças estruturais às práticas de propriedade intelectual.Experiente negociador comercial que acaba de selar um novo acordo com Canadá e México, Lighthizer é um dos mais duros críticos da China dentro do governo.
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A China concordou em “reduzir e remover” tarifas abaixo do nível de 40% que cobra atualmente de veículos fabricados nos Estados Unidos. O relato é do governo dos EUA. Mas é fato que Donald Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, encaminharam conversas na Argentina no sábado, durante o G20. Mas a Casa Branca também disse que as atuais tarifas de 10% sobre US$ 200 bilhões de dólares de bens chineses serão elevadas para 25% se não se chegar a um acordo dentro de 90 dias.
Em um encontro de duas horas e meia, os EUA concordaram em não elevar mais as tarifas em 1º de janeiro, e a China concordou em comprar mais produtos agrícolas dos agricultores norte-americanos imediatamente.Os dois lados também concordaram em iniciar debates sobre como resolver impasses, como a proteção à propriedade intelectual, barreiras comerciais não-tarifárias e o roubo cibernético.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Geng Shuang, reiterou comentários do principal diplomata do governo, o conselheiro de Estado Wang Yi, que disse no sábado que o objetivo final é a eliminação de todas as tarifas.
“Os líderes dos dois lados instruíram as equipes econômicas dos dois lados a intensificarem as conversas para a remoção de todas as tarifas que foram impostas”, assegurou Geng em um boletim de notícias diário.
O representante de Comércio dos Estados Unidos, Robert Lighthizer, irá liderar as negociações com a China sobre tarifas, acesso ao mercado e mudanças estruturais às práticas de propriedade intelectual.Experiente negociador comercial que acaba de selar um novo acordo com Canadá e México, Lighthizer é um dos mais duros críticos da China dentro do governo.
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