ROMBO FISCAL: Governo Central tem déficit de R$ 16 bi no mês passado
Segundo o Tesouro, transferência para estados e aumento dos gastos não obrigadores resultado no terceiro pior novembro da série
O governo central (Tesouro, Previdência e Banco Central) registrou no mês passado um déficit de R$ 16 bi, o terceiro pior novembro da série, iniciada em 1997. O resultado, segundo a Secretaria do Tesouro Nacional, é consequência da transferência de recursos para estados e municípios e a recuperação dos gastos não obrigatórios do Executivo.
O déficit primário representa o resultado negativo nas contas do governo desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. O resultado de novembro foi o terceiro pior para o mês desde o início da série histórica, em 1997, só perdendo para novembro de 2016, quando o déficit chegou a R$ 38,467 bilhões, e para novembro de 2015 (-R$ 21,281 bilhões).
Mesmo com a alta mensal em novembro, de janeiro a novembro, o déficit acumulado chega a R$ 88,473 bilhões, queda de 14,3% em relação ao mesmo período de 2017, quando o déficit acumulado somava R$ 103,232 bilhões.De acordo com o Tesouro Nacional, a elevação da repartição de receitas com estados e municípios subiu 31,5% acima da inflação em novembro deste ano.
Isso ocorreu porque a arrecadação de IRPJ, IPI e de royalties de petróleo subiu em outubro, o que provocou uma repartição maior de recursos, explicou o Tesouro.As despesas discricionárias (não obrigatórias) do Poder Executivo, que subiram 11,9% acima da inflação em novembro de 2018, comparada com novembro de 2017.
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O déficit primário representa o resultado negativo nas contas do governo desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. O resultado de novembro foi o terceiro pior para o mês desde o início da série histórica, em 1997, só perdendo para novembro de 2016, quando o déficit chegou a R$ 38,467 bilhões, e para novembro de 2015 (-R$ 21,281 bilhões).
Mesmo com a alta mensal em novembro, de janeiro a novembro, o déficit acumulado chega a R$ 88,473 bilhões, queda de 14,3% em relação ao mesmo período de 2017, quando o déficit acumulado somava R$ 103,232 bilhões.De acordo com o Tesouro Nacional, a elevação da repartição de receitas com estados e municípios subiu 31,5% acima da inflação em novembro deste ano.
Isso ocorreu porque a arrecadação de IRPJ, IPI e de royalties de petróleo subiu em outubro, o que provocou uma repartição maior de recursos, explicou o Tesouro.As despesas discricionárias (não obrigatórias) do Poder Executivo, que subiram 11,9% acima da inflação em novembro de 2018, comparada com novembro de 2017.
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