SETOR PÚBLICO: Saques do FGTS deve melhorar crédito, avalia SPC Brasil
Para entidade, medida - oficializada na terça pelo Governo Federal - é importante para que o cidadão consiga sanar dívidas e recuperar crédito
Anunciada desde o final do ano passado, e confirmada na terça-feira (14), o saque do dinheiro das contas inativas do FGTS deve injetar entre R$ 30 bilhões e R$35 bilhões de reais na economia do país, o que representa 0,5% do PIB. Dos 30,2 milhões de trabalhadores que poderão realizar os saques, 80% possuem até R$ 1.500 nas contas.
Com base nestes dados, o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) avaliou positivamente a medida. Para o presidente da entidade, Roque Pellizzaro Junior, “os saques irão beneficiar principalmente os cidadãos das classes C, D e E, que devem utilizar o montante para as necessidades mais urgentes.”
Pesquisas recentes do SPC Brasil concluíram que cerca de 50% do dinheiro sacado pelo trabalhador seja destinado ao pagamento de dívidas, 30% para economizar e o restante para outros gastos. “(A medida vai) injetar uma quantidade de dinheiro significativa na economia do país. Isso pode ajudar o cidadão afetado pela crise a sanar suas dívidas, limpar o nome e recuperar seu crédito”, avalia Pellizzaro. (Adriano Villela, com informações da assessoria).
Anunciada desde o final do ano passado, e confirmada na terça-feira (14), o saque do dinheiro das contas inativas do FGTS deve injetar entre R$ 30 bilhões e R$35 bilhões de reais na economia do país, o que representa 0,5% do PIB. Dos 30,2 milhões de trabalhadores que poderão realizar os saques, 80% possuem até R$ 1.500 nas contas.
Com base nestes dados, o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) avaliou positivamente a medida. Para o presidente da entidade, Roque Pellizzaro Junior, “os saques irão beneficiar principalmente os cidadãos das classes C, D e E, que devem utilizar o montante para as necessidades mais urgentes.”
Pesquisas recentes do SPC Brasil concluíram que cerca de 50% do dinheiro sacado pelo trabalhador seja destinado ao pagamento de dívidas, 30% para economizar e o restante para outros gastos. “(A medida vai) injetar uma quantidade de dinheiro significativa na economia do país. Isso pode ajudar o cidadão afetado pela crise a sanar suas dívidas, limpar o nome e recuperar seu crédito”, avalia Pellizzaro. (Adriano Villela, com informações da assessoria).
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