CARNAVAL: Folia de Salvador deverá gerar 250 mil empregos


Parte deste contingente vai atender os 750 mil turistas previstos para o período, no planejamento da prefeitura

O Carnaval de Salvador este ano deve gerar 250 mil empregos, segundo estimativa da prefeitura de Salvador. Entre os principais empregadores, destacam-se blocos e camarotes da festa, hoteis, bares e restaurantes e o varejo.  Contabilizando contratações iniciadas desde o início do Verão, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes na Bahia (Abrasel-BA) estima que o número de vagas temporárias criadas pelos estabelecimentos chegue a 18 mil.

No comércio informal, a Prefeitura deverá conceder 2,5 mil licenças para ambulantes com isopor e outras 500 para atividades diversas como food trucks, baianas de acarajé e barracas. No caso da atuação com isopor, será adotado o mesmo esquema do ano passado: cada ponto poderá ter atuação de até quatro pessoas, sendo um ambulante fixo e outros três volantes.

Outro segmento  gerador de emprego temporário é o de blocos e camarotes. Somente o Planeta Band Othon vai gerar 1,5 mil empregos diretos e indiretos durante os seis dias de funcionamento do espaço. Um dos patrocinadores oficiais da festa, a Skol também monta um camarote, que deverá gerar 631 empregos diretos, distribuídos nas equipes de montagem, segurança, limpeza, bar, produção e técnica.

A Central do Carnaval, empresa que gerencia a venda de blocos e camarotes na folia soteropolitana, saltou de 50 para 500 profissionais temporários que trabalham no setor de atendimento – responsável pela venda e entrega de abadás. Considerando ainda os quatro produtos próprios da empresa – três camarotes e o bloco Camaleão, um dos mais antigos de Salvador – são quase quatro mil empregos diretos e indiretos.

Ainda de acordo com a prefeitura, a folia vai atrair 750 mil turistas. “É importante lembrar que o folião, residente na Bahia ou visitante na condição de turista nacional e estrangeiro, é um consumidor ativo", afirma o secretário de Cultura e Turismo, Cláudio Tinoco. "(ele) Movimenta vários segmentos da economia, em especial o comércio varejista e o setor de serviços”.


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