FINANÇAS: Mais de 40% desconhecem educação financeira

As pessoas abrem mão de rentabilidades mais altas em função da familiaridade e segurança da poupança. Ao longo do tempo, esta escolha acaba reduzindo muito o valor dos investimentos

Da assessoria (adaptado)

A dinâmica familiar é um ponto relevante na definição dos comportamentos financeiros, segundo a pesquisa da Ricam e da Ilumeo. Apesar de 88% dos entrevistados casados declararem que conversam com os parceiros sobre finanças familiares, 71% consideram que a organização de orçamento da casa é centralizada em apenas uma pessoa.

Outro ponto interessante sobre a relação dos casais é que nem todos eles têm o mesmo plano sobre o que fazer com o dinheiro que sobra no fim do mês. 63% dos casados acreditam que têm os mesmos planos que os parceiros para uso do recurso que sobrou; 13% dizem não saber quais são os planos do parceiro; e 24% acreditam que os planos do parceiro para o dinheiro extra são diferentes dos seus.

A poupança é disparada a forma de investimento mais conhecida (95%), seguida pela previdência privada (66%). Apesar de 59% comentarem que já ouviram falar sobre o mercado de ações, apenas 3% declararam já ter investido neste mercado. “As pessoas abrem mão de rentabilidades mais altas em função da familiaridade e segurança da poupança. Ao longo do tempo, esta escolha acaba reduzindo muito o valor dos investimentos”, comenta o economista Ricardo Amorim.

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