COPA 2014: América do Sul aposta no trio de ferro
O clima quente, que tira o sono dos europeus - e a histórica raça uruguaia podem contribuir. E tem o Maracanazzo - graças à Deus Brasil e Uruguai não se enfrentam na final. A Copa de 50 marca tanto a auto-estima do Uruguai como a nossa. Talvez até mais.
Adriano Villela
Na América do Sul, onde as principais fichas estão no trio Argentina-Uruguai e Brasil, toda a defesa argentina pesa contra o grupo de Lionel Messi. Mas a genialidade deste e o conjunto ofensivo formado ainda por Di Maria, Aguero e Higuain pode colocar os hermanos nas cabeças. Em 2010, quando a defesa comprometeu o domínio do jogo, os argentinos caíram fácil.
Já o Brasil conta com excelentes laterais e uma zaga segura, contando até com reservas do naipe de Maicon - um dos poucos a fazer boa copa em 2010 - e Dante. Uma maior desenvoltura de Oscar é um trunfo bom. A pressão, contudo, é um fator crucial. Vale lembrar que na Copa das Confederações, o camisa 10 Neymmar vivia seu sonho de vida. Liderava a seleção e acabava de ser vendido para o poderoso Barcelona. O começo no Camp Nou foi até promissor, mas a reta final trouxe problemas difíceis de sair da cabeça do garoto.
O Uruguai, por seu lado, já foi mais forte,a meu ver. Forlan vive declínio técnico desde a época do Inter, mas a frieza de Suarez na Africa do Sul, ao trocar a própria expulsão por um gol "quase" certo do adversário, ficou na memória. Isso, na hora da decisão - que separa pessoas comuns de herois de verdade - costuma ser importante. O clima quente, que tira o sono dos europeus - e a histórica raça uruguaia podem contribuir. E tem o Maracanazzo - graças à Deus Brasil e Uruguai não se enfrentam na final. A Copa de 50 marca tanto a auto-estima do Uruguai como a nossa. Talvez até mais.
Por seu lado, o Chile tem um dos melhores grupos de sua história. Aranguis tem sido com a camisa colorada o que nenhum estrangeiro produziu neste século. Há nomes respeitáveis, como Vidal e Vargas. Mas é um grupo ainda não foi testado e aprovado.Falta uma conquista, tipo uma Copa América ou Olimpíada para os chilenos pensarem em ir longe em uma copa.
Adriano Villela
Na América do Sul, onde as principais fichas estão no trio Argentina-Uruguai e Brasil, toda a defesa argentina pesa contra o grupo de Lionel Messi. Mas a genialidade deste e o conjunto ofensivo formado ainda por Di Maria, Aguero e Higuain pode colocar os hermanos nas cabeças. Em 2010, quando a defesa comprometeu o domínio do jogo, os argentinos caíram fácil.
Já o Brasil conta com excelentes laterais e uma zaga segura, contando até com reservas do naipe de Maicon - um dos poucos a fazer boa copa em 2010 - e Dante. Uma maior desenvoltura de Oscar é um trunfo bom. A pressão, contudo, é um fator crucial. Vale lembrar que na Copa das Confederações, o camisa 10 Neymmar vivia seu sonho de vida. Liderava a seleção e acabava de ser vendido para o poderoso Barcelona. O começo no Camp Nou foi até promissor, mas a reta final trouxe problemas difíceis de sair da cabeça do garoto.
O Uruguai, por seu lado, já foi mais forte,a meu ver. Forlan vive declínio técnico desde a época do Inter, mas a frieza de Suarez na Africa do Sul, ao trocar a própria expulsão por um gol "quase" certo do adversário, ficou na memória. Isso, na hora da decisão - que separa pessoas comuns de herois de verdade - costuma ser importante. O clima quente, que tira o sono dos europeus - e a histórica raça uruguaia podem contribuir. E tem o Maracanazzo - graças à Deus Brasil e Uruguai não se enfrentam na final. A Copa de 50 marca tanto a auto-estima do Uruguai como a nossa. Talvez até mais.
Por seu lado, o Chile tem um dos melhores grupos de sua história. Aranguis tem sido com a camisa colorada o que nenhum estrangeiro produziu neste século. Há nomes respeitáveis, como Vidal e Vargas. Mas é um grupo ainda não foi testado e aprovado.Falta uma conquista, tipo uma Copa América ou Olimpíada para os chilenos pensarem em ir longe em uma copa.
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