COPA 2014: Cremeb critica plano para assistência a saúde
Ainda conforme a entidade, há falta de previsão para recomposição ou ampliação das equipes de regulação do SAMU e da Central Estadual de Regulação para o período da Copa, sendo que as mesmas já funcionam desfalcadas. Inclusive, de acordo com dossiê protocolado pelos médicos reguladores
Da assessoria (adaptado)
Alegando ter encontrado uma série de fragilidades no plano de contingenciamento da saúde para a Copa do Mundo de 2014, o Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (CREMEB) oficiou suas críticas à Secretaria da Saúde do Estado entre outros órgãos públicos. A entidade considera que as falhas podem comprometer a segurança assistencial e sanitária do evento.
De acordo com o Cremeb, cerca de sete ambulâncias avançadas (UTI) permanecerão no entorno do estádio, por três horas antes e três horas depois dos jogos. No entanto, é público que todo o sistema de regulação do SAMU Salvador e a Central Estadual de Regulação (CER), em conjunto, não dispõem desse quantitativo de ambulâncias avançadas para suas atividades rotineiras.
Ainda conforme a entidade, há falta de previsão para recomposição ou ampliação das equipes de regulação do SAMU e da CER para o período da Copa, sendo que as mesmas já funcionam desfalcadas. Inclusive, de acordo com dossiê protocolado pelos médicos reguladores da CER no CREMEB, em 02/04/2014, existem mais de 1200 solicitações de regulação pendentes diariamente e a equipe de reguladores oscila em média entre cinco a oito médicos por plantão.
“Acreditamos ser o nosso dever pontuar as situações observadas que põem em risco a assistência à saúde da população, principalmente se houver acidentes com múltiplas vítimas ”, ressalta o presidente do Cremeb, José Abelardo de Meneses, que assina o ofício.
Nota do editor: Neste momento, importa menos analisar se o Cremeb tem razão nas críticas ou não. O que se espera é a garantia da melhor assistência possível para atletas, dirigentes, turistas, profissionais diversos e quem mora na cidade. Isso é o que importa. Garantida esta parte, detalhes da estrutura ficam por conta do debate entre os profissionais da área.
È imperdoável, duplamente, considerar que a questão da saúde está não interfere na organização de um torneio da Copa. Primeiro porque ela está presente em tudo e é um direito de todos. E também porque o próprio Brasil já teve um atleta - Ronaldo Fenômeno, em 98 - que precisou da assistência médica francesa.
Da assessoria (adaptado)
Alegando ter encontrado uma série de fragilidades no plano de contingenciamento da saúde para a Copa do Mundo de 2014, o Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (CREMEB) oficiou suas críticas à Secretaria da Saúde do Estado entre outros órgãos públicos. A entidade considera que as falhas podem comprometer a segurança assistencial e sanitária do evento.
De acordo com o Cremeb, cerca de sete ambulâncias avançadas (UTI) permanecerão no entorno do estádio, por três horas antes e três horas depois dos jogos. No entanto, é público que todo o sistema de regulação do SAMU Salvador e a Central Estadual de Regulação (CER), em conjunto, não dispõem desse quantitativo de ambulâncias avançadas para suas atividades rotineiras.
Ainda conforme a entidade, há falta de previsão para recomposição ou ampliação das equipes de regulação do SAMU e da CER para o período da Copa, sendo que as mesmas já funcionam desfalcadas. Inclusive, de acordo com dossiê protocolado pelos médicos reguladores da CER no CREMEB, em 02/04/2014, existem mais de 1200 solicitações de regulação pendentes diariamente e a equipe de reguladores oscila em média entre cinco a oito médicos por plantão.
“Acreditamos ser o nosso dever pontuar as situações observadas que põem em risco a assistência à saúde da população, principalmente se houver acidentes com múltiplas vítimas ”, ressalta o presidente do Cremeb, José Abelardo de Meneses, que assina o ofício.
Nota do editor: Neste momento, importa menos analisar se o Cremeb tem razão nas críticas ou não. O que se espera é a garantia da melhor assistência possível para atletas, dirigentes, turistas, profissionais diversos e quem mora na cidade. Isso é o que importa. Garantida esta parte, detalhes da estrutura ficam por conta do debate entre os profissionais da área.
È imperdoável, duplamente, considerar que a questão da saúde está não interfere na organização de um torneio da Copa. Primeiro porque ela está presente em tudo e é um direito de todos. E também porque o próprio Brasil já teve um atleta - Ronaldo Fenômeno, em 98 - que precisou da assistência médica francesa.
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