ELEIÇÕES 2014: A armadilha do coeficiente eleitoral
O risco de errar na definição das chapas, e não tanto na campanha, existe. Em todas as eleições, os dois cenários acontecem. Há partidos que saem isolados e ganhariam vagas se estivessem coligados com outros que apoiam o mesmo candidato a governador como legendas que fizeram o chapão e saíram perdendo.
Adriano Villela
O complicado método de definição de deputados eleitos no Brasil traz muito mais problemas do que o leigo pode acreditar no primeiro momento. Primeiro, porque é mas difícil saber o mínimo de votos para um candidatos tornar-se deputado federal ou estadual ou renovar o mandato. A depender da coligação, 20 mil pode ser suficinete para alguem encomendar o terno da posse. E, em outra agremiação, na mesma eleição, 40 mil resultarem em score insuficiente.
Em segundo lugar, a questão afeta a escolha final dos apoios para a cha majoritária (especialmente governador e senador). Certamente, os partidos que não definiram que candidato a governador apoiar estão fazendo contas em cima do coeficiente eleitoral.
É o seguinte. Pela legislação, o mandato é do partido e da coligação. Obtem-se o coeficiente somando todos os votos válidos para o cargo em disputa pelo número de vagas (na Bahia são 63 estaduais e federais). Partido ou coligação que não atingir o coeficiente não elege ninguém. Se o número mágico for 42 mil, 41.999 alijam o pleiteante do parlamento.
As demais chapas somam seus votos e dividem pelo coeficiente. O cálculo determina o mínimo de cadeiras que se conquistou, a serem destinadas aos mais votados dentro da agremiação. Este é o ponto que gera conflitos, por vezes insanáveis. Alguns partidos costumam contar com um grande número de candidatos, de baixa votação.
Sozinha esta sigla abocanha alguns mandatos, mas coligada com legendas de poucos nomes, mas de votação expressiva pode apenas garantir coeficiente maior para o partido aliado ficar com mais mandatos. Aparantemente, a coligação ou chapão não vale a pena. Mas se o partido "amigo" tiver um campeão das urnas (com 200, 300 e 400 mil) a aliança pode significar a eleição de um ou mais nomes.
O risco de errar na definição das chapas, e não tanto na campanha, existe. Em todas as eleições, os dois cenários acontecem. Há partidos que saem isolados e ganhariam vagas se estivessem coligados com outros que apoiam o mesmo candidato a governador como legendas que fizeram o chapão e saíram perdendo. Não há almoço grátis.
Adriano Villela
O complicado método de definição de deputados eleitos no Brasil traz muito mais problemas do que o leigo pode acreditar no primeiro momento. Primeiro, porque é mas difícil saber o mínimo de votos para um candidatos tornar-se deputado federal ou estadual ou renovar o mandato. A depender da coligação, 20 mil pode ser suficinete para alguem encomendar o terno da posse. E, em outra agremiação, na mesma eleição, 40 mil resultarem em score insuficiente.
Em segundo lugar, a questão afeta a escolha final dos apoios para a cha majoritária (especialmente governador e senador). Certamente, os partidos que não definiram que candidato a governador apoiar estão fazendo contas em cima do coeficiente eleitoral.
É o seguinte. Pela legislação, o mandato é do partido e da coligação. Obtem-se o coeficiente somando todos os votos válidos para o cargo em disputa pelo número de vagas (na Bahia são 63 estaduais e federais). Partido ou coligação que não atingir o coeficiente não elege ninguém. Se o número mágico for 42 mil, 41.999 alijam o pleiteante do parlamento.
As demais chapas somam seus votos e dividem pelo coeficiente. O cálculo determina o mínimo de cadeiras que se conquistou, a serem destinadas aos mais votados dentro da agremiação. Este é o ponto que gera conflitos, por vezes insanáveis. Alguns partidos costumam contar com um grande número de candidatos, de baixa votação.
Sozinha esta sigla abocanha alguns mandatos, mas coligada com legendas de poucos nomes, mas de votação expressiva pode apenas garantir coeficiente maior para o partido aliado ficar com mais mandatos. Aparantemente, a coligação ou chapão não vale a pena. Mas se o partido "amigo" tiver um campeão das urnas (com 200, 300 e 400 mil) a aliança pode significar a eleição de um ou mais nomes.
O risco de errar na definição das chapas, e não tanto na campanha, existe. Em todas as eleições, os dois cenários acontecem. Há partidos que saem isolados e ganhariam vagas se estivessem coligados com outros que apoiam o mesmo candidato a governador como legendas que fizeram o chapão e saíram perdendo. Não há almoço grátis.
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