COPA 2014: Minhas previsões para time de Felipão

Caso Jô não se recupere ou Fred se machuque, Robinho e Hulck podem ajudar no comando de ataque, mas não são da posição. Jogam mais pelos lados. Acredito que Pato abocanhe a vaga aos 45 minutos do segundo tempo. 

Adriano Villela

Nesta quarta-feira, Felipão divulga os 23 jogadores escolhidos para representar o Brasil na Copa em casa. A tarefa não é nada simples. Sepultar o trauma do Maracanazo, em 50. Somente dois campeões do mundo não conseguiram ganhar a taça mais cobiçada do mundo em seu país: o Brasil e a Espanha, pais-sede em 1982, quando a Fúria tinha uma bola bem mais tímida do que a geração de Iniesta, Fabregás, Xavi e cia.

Acredito que experiência e o momento do clube serão os critérios mais decisivos nas vagas em que há alguma dúvida. Contudido no último final de semana, o atacante Jô passa a ser a principal dúvida.
No gol, Júlio Cesar e Jefereson estão certos. Com o Fluminense voltando a jogar competitivamente, Diego Cavalieri tende a ficar com a última vaga.

Nas laterais, os titulares Daniel Alves e Marcelo são figurinhas certas. Pela experiência, Maicon deve ser chamado para a direita, enquanto na esquerda aposto minhas fichas em Maxwell, que aproveitou bem quando chamado. Os zagueiros Dante, David Luiz e Thiago Silva deixaram apenas um posto em aberto.

Dedé, do Cruzeiro, é favorito, mas entendo que o litigio do beque na saída do Vasco deve continuar pesando. Miranda, do Atlético de Madrid, é a surpresa da convocação, na minhas apostas. Contra o saopaulino, o fato de não ter sido convocado antes por Felipão. A favor, o momento histórico do time madrilenho, um dos brasileiros de maior destaque

O grande dilema

No meio, Ramires, Luiz Gustavo, Paulinho, Oscar, Bernard e Williames formam a espinha dorsal do grupo. Lucas Leiva, outro que aproveitou bem a chance, deve estar no grupo. O treinador gosta de um volante-volante, tipo clássico, marcador. Conta apenas com Luiz Gustavo. Mas tem também apenas um meia articulador de jogadas, Oscar. Em boa forma, Ronaldinho Gaúcho teria o favoritismo.

No ataque, Hulck, Neymar e Fred literalmente dispensam apresentações. Robinho ganha pela experiência e por ter atuado bem. Jô, até a contusão de ontem, entraria na lista.  No ataque surge a principal dúvida. Luiz Felipe Scolari pode levar somente seis meias ou abrir mão de um lateral esquerdo. Luiz Gustavo já foi testado na posição. Essa mudança abriria espaço para três atacantes. Pato, com bom início de brasileiro e experiência europeia deve ser o chamado

Se eu fosse ele, garantia os alas pois tem duas boas opções e deixaria o meio com seis nomes. Na prática, o Brasil joga no 4-3-3. Maxwell ou Marcelo joga no meio. Caso Jô não se recupere ou Fred se machuque, Robinho e Hulck podem ajudar no comando de ataque, mas não são da posição. Jogam mais pelos lados. Acredito que Pato abocanhe a vaga aos 45 minutos do segundo tempo.







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