PREVIDÊNCIA: Relator admite mudar texto da reforma
Discussão do parecer do deputado Samuel Moreira começou nesta terça-feira (18), na comissão especial da Câmara. Votação deve ocorrer na próxima semana
Relator da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara, o deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) admite mudar o texto lido na semana passada. A discussão do parecer do tucano começou nesta terça-feira (18). “Nunca tive a pretensão de que o relatório fosse um decreto. Ele está sujeito a alterações”, afirmou o parlamentar, que pode apresentar um voto complementar.
Embora diga que "a bola está com o Congresso", o presidente Jair Bolsonaro não esconde que pretende retomar a mudança de regime para a capitalização, defendida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. O ministro, por seu lado, também revelou insatisfação com regras para o servidor, vistas como mais suaves por Guedes.
Até o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, quer mudar o relatório, mesmo defendendo tanto a reforma como o texto de Samuel Moreira. Maia ainda costura acordos com governadores e prefeitos para que a matéria em tramitação no Congresso tenha validade em estados e municípios.
Durante a discussão na Comissão Especial da Reforma da Previdência, 155 deputados se inscreverem para debater o parecer: 91 contra e 64 a favor.O deputado baiano Jorge Solla (BA) foi o primeiro a falar, ele reclamou que os militares ficaram de fora da reforma e antecipou seu voto contrário à proposta.
Relator da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara, o deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) admite mudar o texto lido na semana passada. A discussão do parecer do tucano começou nesta terça-feira (18). “Nunca tive a pretensão de que o relatório fosse um decreto. Ele está sujeito a alterações”, afirmou o parlamentar, que pode apresentar um voto complementar.
Embora diga que "a bola está com o Congresso", o presidente Jair Bolsonaro não esconde que pretende retomar a mudança de regime para a capitalização, defendida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. O ministro, por seu lado, também revelou insatisfação com regras para o servidor, vistas como mais suaves por Guedes.
Até o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, quer mudar o relatório, mesmo defendendo tanto a reforma como o texto de Samuel Moreira. Maia ainda costura acordos com governadores e prefeitos para que a matéria em tramitação no Congresso tenha validade em estados e municípios.
Durante a discussão na Comissão Especial da Reforma da Previdência, 155 deputados se inscreverem para debater o parecer: 91 contra e 64 a favor.O deputado baiano Jorge Solla (BA) foi o primeiro a falar, ele reclamou que os militares ficaram de fora da reforma e antecipou seu voto contrário à proposta.
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