BAHIA: Polo soma US$ 16 bi em investimentos e faturamento de US$ 15 bi/ano
Nascido focado na petroquímica, complexo de Camaçari completa no sábado 41 anos. São 15 mil empregos diretos e 30 mil indiretos.
De caráter diversificado no comparativo ao surgimento como complexo petroquímico, o Polo Industrial de Camaçari soma US$ 16 bi em investimentos. Com 90 empresas, o espaço soma US$ 15 bi em faturamento anual. São 15 mil empregos diretos e 30 mil indiretos.
Com este perfil, o Polo de Camaçari chega aos 41 anos de operação no sábado. No último intervalo de 12 meses, o conglomerado assistiu a frustração da venda do controle acionário da Braskem, pela Odebrecht, e também o início da recuperação judicial da controladora.
Além da Braskem (em resinas termoplásticas), o complexo baiana abriga líderes nos setores de cobre eletrolítico (Paranapanema), celulose (BSC) - além da Deten, única produtora da LAB, matéria-prima para detergentes.
A diversificação industrial em Camaçari começou em 2001, quando o consórcio Odebrecht-Mariani adquiriu o controle da antiga Copene. A junção das empresas destes grupos deu origem à Copenão, conceito que quando implementado foi rebatizado de Braskem.
No mesmo ano, foi aberta a planta da Ford, cuja linha de montagem atraiu às fabricantes de pneu Continental e a Bridgestone. Na atual década, destaque para segmento eólico, com plantas da Gamesa, Torrebrás e Tecsis. Em 2015, abriu as portas o polo acrílico, da Basf.
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