NOTÍCIA: Transparência como legado


“Deixo a CNJ mais publicizada. Nossa gestão foi mais aberta, a imprensa teve mais acesso. Entendo que vivemos uma era de mais informação”, destacou. Há 13 anos no STJ, Eliana Calmon Alves é baiana de Salvador. 

Adriano Villela
  
Eliana Calmon revelou em Salvador que avalia a transparência como maior legado dos anos de sua gestão na Corregedoria. “Deixo a CNJ mais publicizada. Nossa gestão foi mais aberta, a imprensa teve mais acesso. Entendo que vivemos uma era de mais informação”, destacou. Há 13 anos no STJ, Eliana Calmon Alves é baiana de Salvador. 

Na corregedoria, teve atuações reconhecidas como na cobrança pela privatizações dos cartórios extrajudiciais baianos, fiscalização os ganhos de magistrados extrateto – em que cehgou a entrar em choque com seus pares de magistratura -  e ao exigir mais rigor do cumprimento da Lei Maria da Penha.

Formada pela Faculdade de Direito da Ufba e com especialização em Processo pela Fundação Faculdade de Direito da Ufba, foi juíza Federal na Seção Judiciária da Bahia, (1979/1989); juíza do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (1989/1999), e secretária executiva da Escola Nacional de Magistratura em 1998, dentre outros cargos.

A ministra manifestou preocupação também com o volume de processos na corregedoria Nacional de Justiça, mas assegurou o cumprimento da Lei de Acesso a Informação (12.527) na divulgação dos ganhos de magistrados. Ela contou que o sistema de informática está pronto, faltando algumas adaptações nos modelos dos judiciários estaduais. Os dados serão tornados públicos no dia 20.

Matéria produzida para o jornal Tribuna da Bahia, publicada na edição do dia 7 de julho, na página 9

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