ELEIÇÕES 2014: Conceitos repaginados no palanque na TV
Até na disputa presidencial, as estocadas foram mais sutis - Dilma lembrando a perda de empregos nas gestões do partido concorrente e o tucano afirmando que o Brasil de hoje seria pior do que o de quatro anos atrás
Adriano Villela
No horário para deputado federal, as coligações lideradas pelos candidatos a governador Rui Costa (PT) e Paulo Souto (DEM) usaram o tempo com base em conceitos repaginados. No bloco governista, a Força de Lula retoma o Time de Lula de 2006 e 2010. Esta é primeira eleição presidenciável em que o líder político de origem sindical não participa como candidato ou ocupante do cargo - desde 1989. A situação não modificou a linha de ação dos seus aliados.
A aliança DEM-PMDB trabalhou o mote do "Porque não fez" - usada em 2008 pelo atual candidato a Senado, Geddel Vieira Lima (PMDB) - e blablablá x trabalho, da corrida ao governo de 2010. Foram os mais ácidos. Até na disputa presidencial, as estocadas foram mais sutis - Dilma lembrando a perda de empregos nas gestões do partido concorrente e o tucano afirmando que o Brasil de hoje seria pior do que o de quatro anos atrás.
Nos programas para as proporcionais, os candidatos à majoritária foram lembrados mais por fotos e citações. Apenas o candidato a governador do PT, Rui Costa, apareceu na tela. Um risco, que pode custar perda de tempo do horário para governador. Nem o candidato a senador de sua chapa, Otto Alencar (PSD), ousou aparecer no horário de sua legenda.
Adriano Villela
No horário para deputado federal, as coligações lideradas pelos candidatos a governador Rui Costa (PT) e Paulo Souto (DEM) usaram o tempo com base em conceitos repaginados. No bloco governista, a Força de Lula retoma o Time de Lula de 2006 e 2010. Esta é primeira eleição presidenciável em que o líder político de origem sindical não participa como candidato ou ocupante do cargo - desde 1989. A situação não modificou a linha de ação dos seus aliados.
A aliança DEM-PMDB trabalhou o mote do "Porque não fez" - usada em 2008 pelo atual candidato a Senado, Geddel Vieira Lima (PMDB) - e blablablá x trabalho, da corrida ao governo de 2010. Foram os mais ácidos. Até na disputa presidencial, as estocadas foram mais sutis - Dilma lembrando a perda de empregos nas gestões do partido concorrente e o tucano afirmando que o Brasil de hoje seria pior do que o de quatro anos atrás.
Nos programas para as proporcionais, os candidatos à majoritária foram lembrados mais por fotos e citações. Apenas o candidato a governador do PT, Rui Costa, apareceu na tela. Um risco, que pode custar perda de tempo do horário para governador. Nem o candidato a senador de sua chapa, Otto Alencar (PSD), ousou aparecer no horário de sua legenda.
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