JAQUES WAGNER: “Acredito que o PT estará no segundo turno”
Candidato ao Senado alega na TV Aratu que Fernando Haddad está
afinado com as ideias de Lula e partido tem 24% da preferência do eleitorado
brasileiro
“Acredito que o PT estará no segundo turno”. A projeção,
referente à sucessão presidencial, foi dada pelo candidato ao Senado, Jaques
Wagner, ao programa Linha de Frente, transmitido via Facebook (@aratuonline)
nesta quarta-feira (5). Wagner frisou que o PT tem preferência de 24% dos
brasileiros. Para o Senador de Todos Nós, o Brasil precisa voltar a criar
empregos, prioridade no programa de governo liderado por Lula.
“A medida de felicidade de uma nação é a sua capacidade de
gerar emprego, renda e prosperidade”, afirmou o candidato a Senador. Wagner
avalia que, como coordenador do seu programa e atual candidato a vice, Fernando
Haddad tem todas as condições para substituí-lo e com chances de êxito
eleitoral.
O julgamento na Justiça Eleitoral desconsiderou um voto da
Comissão de Direitos Humanos na ONU. Após esta decisão, o PT recorreu ao Supremo
Tribunal Federal e à ONU.
A disseminação de Fake News foi abordada durante o programa
online. Wagner foi vítima dessa ação por parte do MBL, o que fez a Justiça
Eleitoral determinar a publicação de um direito de resposta. “O PT da Bahia
incomoda porque é símbolo de sucesso”, frisou. Na oportunidade, o candidato
defendeu uma campanha em que os candidatos apresentem seus projetos de Brasil e
Bahia e suas propostas para o Senado, a Câmara dos Deputados ou à Assembleia.
“Todos nós que defendemos a democracia devemos fazer um
esforço grande para que gente melhore a qualidade da informação e combata isso
que virou modismo, extremamente nocivo na minha opinião, que é a indústria de
Fake News. Essa indústria de modismo ”, concluiu.
Reforma política
Prioridade nas suas propostas para o Senado ao lado da
criação de oportunidades de trabalho, a reforma política foi abordada por
Wagner na entrevista no Aratu Notícias, na mesma emissora. A democracia
brasileira necessita de um maior lastro de nossas leis, destacou.
Wagner também respondeu a perguntas sobre o incêndio que
destruiu o Museu Nacional, no Rio de Janeiro, e a onda de intolerância contra a
mulher e o público LGBT. “As mulheres são como nossas mães e, como tal, devem
ser tratadas com todo o respeito”, declarou.
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