ELEIÇÕES 2018: Jaques Wagner exalta Lula e início da caminhada na Bahia
Quando foi eleito governador pela primeira vez, Wagner saiu
com 1% a 2% nas pesquisas e ninguém acreditava que ele podia derrotar o grupo até então hegemônico
O Senador de Todos Nós, Jaques Wagner, mantém foco em duas
importantes vitórias para a democracia: a eleição do presidenciável Fernando
Haddad em outubro e a liberdade de Lula. “Depois de ganharmos a eleição, vamos
trabalhar no Judiciário para que Lulinha paz e amor volte aos braços do povo”,
disse no domingo (23), ao público de Bom Jesus da Lapa. Wagner também lembrou
do início da trajetória do grupo que hoje forma a coligação Mais Trabalho por
Toda a Bahia, marcada pela esperança e pela disposição para lutar.
“A verdade é que ninguém acreditava que podia ser derrotado
aquele grupo que governava a Bahia por mais de 40 anos”, ressaltou, fazendo
referência a eleição de 2006, quando foi escolhido governador pela primeira
vez. “Quem nos colocou foi o povo dos 417 municípios baianos. Como eu tenho fé,
não tenho medo de trabalho e sei andar pela estrada, nós saímos de 1%, 2% e
ganhamos a eleição no primeiro turno.”
Na manhã desta segunda-feira (24), o Galego visitou as
cidades de Santo Estêvão e Amélia Rodrigues. Tanto na Lapa como nestas duas
cidades, Jaques Wagner 130 esteve ao lado do governador e candidato à
reeleição, Rui Costa, e no irmão de caminhada para o Senado, Angelo Coronel
555. À tarde, o Time do Trabalho estará em São Sebastião do Passé e Simões Filho.
Segundo Wagner, “perseguiram o Lula sem dó nem piedade,
trancaram ele num quarto da Polícia Federal no Paraná, mas assim como aconteceu
com Tiradentes (que foi condenado a morte e executado, mas a independência que
ele defendia ocorreu), eles prenderam o Lula, mas esqueceram que nós, o povo
brasileiro, estamos livres e soltos”.
Com o Congresso Nacional renovado por estas eleições, Jaques
Wagner 130 acredita que os dispositivos da CLT anulados pela reforma
trabalhista vão voltar a valer. Wagner espera no Senado ajudar também na
pacificação do país. “Depois que o grupo de lá perdeu a segunda vez para Dilma,
eles infernizaram a política de um jeito até derrubar a Dilma injustamente e
colocar o desgoverno que está aí, que afundou o país, aumentou a pobreza e aumentou
o desemprego”, concluiu.
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