CARNAVAL 2014: Psiquiatra alerta para risco de aproximar jovens das drogas na folia
não raro, é na ocasião que muitos experimentam pela primeira vez drogas como lança perfume, ectasy e derivados da anfetamina, sem contar do consumo abusivo do álcool.
Da Canal Comunicação
O carnaval se aproxima e a cidade está em polvorosa. Só se fala em trios elétricos, blocos e camarotes. É hora de curtir a maior festa popular do planeta e se jogar na folia, mas os profissionais de saúde fazem um alerta: é preciso ter cuidado com os excessos, visto que o período pode ser a porta de entrada para o uso do álcool e outras drogas, principalmente entre os jovens. Isso porque, não raro, é na ocasião que muitos experimentam pela primeira vez drogas como lança perfume, ectasy e derivados da anfetamina, sem contar do consumo abusivo do álcool.
O psiquiatra e mestre em Medicina e Saúde Humana do Espaço Holos, André Gordilho, explica que a festa é longa e muitas vezes não dá para aproveitar tudo, e muitos se esforçam e buscam nas drogas uma maneira de se adequar ao momento. “O clima de euforia exige que todos estejam disponíveis para sorrir, pular, namorar e curtir a todo o momento, durante os cinco dias de festa, o que é humanamente impossível. Daí vem alguns espertinhos e se utilizam de estimulantes para aumentar a resistência física e potencializar a desinibição. Porém, tudo tem seu preço e as consequências podem ser bem perigosas”, alerta o psiquiatra.
Segundo Gordilho, a causa mais preocupante da questão não é o uso pela primeira vez, mas o risco de morte eminente em pleno circuito da folia. “Experimentar, quase todo mundo acaba experimentando algum dia, sem maiores prejuízos, mas aqueles que possuem algum histórico familiar comprometido ou alguma pré-disposição genética podem desenvolver quadros clínicos que vão desde a dependência química até uma parada cardíaca”, alerta o especialista.
No caso dos jovens que estão começando a carreira como foliões este ano, Gordilho atribui à família um papel fundamental na educação e orientação antidrogas. “Existem algumas campanhas publicitárias financiadas pelo governo no intuito de controlar e prevenir não só o uso de drogas, mas as suas consequências, como acidentes de trânsito e disseminação de doenças sexualmente transmissíveis (DST), mas será o grau de conversa e acesso que a família mantém com o jovem que irá determinar o uso ou não, ou até mesmo, a continuidade ou não de algum comportamento abusivo”, alerta o psiquiatra.
Da Canal Comunicação
O carnaval se aproxima e a cidade está em polvorosa. Só se fala em trios elétricos, blocos e camarotes. É hora de curtir a maior festa popular do planeta e se jogar na folia, mas os profissionais de saúde fazem um alerta: é preciso ter cuidado com os excessos, visto que o período pode ser a porta de entrada para o uso do álcool e outras drogas, principalmente entre os jovens. Isso porque, não raro, é na ocasião que muitos experimentam pela primeira vez drogas como lança perfume, ectasy e derivados da anfetamina, sem contar do consumo abusivo do álcool.
O psiquiatra e mestre em Medicina e Saúde Humana do Espaço Holos, André Gordilho, explica que a festa é longa e muitas vezes não dá para aproveitar tudo, e muitos se esforçam e buscam nas drogas uma maneira de se adequar ao momento. “O clima de euforia exige que todos estejam disponíveis para sorrir, pular, namorar e curtir a todo o momento, durante os cinco dias de festa, o que é humanamente impossível. Daí vem alguns espertinhos e se utilizam de estimulantes para aumentar a resistência física e potencializar a desinibição. Porém, tudo tem seu preço e as consequências podem ser bem perigosas”, alerta o psiquiatra.
Segundo Gordilho, a causa mais preocupante da questão não é o uso pela primeira vez, mas o risco de morte eminente em pleno circuito da folia. “Experimentar, quase todo mundo acaba experimentando algum dia, sem maiores prejuízos, mas aqueles que possuem algum histórico familiar comprometido ou alguma pré-disposição genética podem desenvolver quadros clínicos que vão desde a dependência química até uma parada cardíaca”, alerta o especialista.
No caso dos jovens que estão começando a carreira como foliões este ano, Gordilho atribui à família um papel fundamental na educação e orientação antidrogas. “Existem algumas campanhas publicitárias financiadas pelo governo no intuito de controlar e prevenir não só o uso de drogas, mas as suas consequências, como acidentes de trânsito e disseminação de doenças sexualmente transmissíveis (DST), mas será o grau de conversa e acesso que a família mantém com o jovem que irá determinar o uso ou não, ou até mesmo, a continuidade ou não de algum comportamento abusivo”, alerta o psiquiatra.
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