PRO-INFRA:Programa estabelece metas de investimentos em infraestrutura
Alcançando resultados esperados, secretário de Produtividade prevê crescimento do PIB de 4% a partir de 2022
Lançado na quinta-feira (1°), o programa federal Pró-Infra estabeleceu três metas a serem atingidas até 2022. O foco maior é mesmo criar as condições para que o Brasil cresça a taxas na casa de 4% a partir do mesmo ano. As ações de logística, energia, saneamento básico, mobilidade urbana, telecomunicações e habitação popular estabelecidas pelo Ministério da Economia terão aportes essencialmente privados.
As metas do Pró-Infra são também elevar a posição do Brasil (81ª) para o 71º lugar no ranking de infraestrutura do Fórum Econômico Mundial, aumentar o investimento anual em infraestrutura de 1,6% para 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB). As primeiras obras não começarão este ano, devido a necessidade de se realizar projetos, licenciamentos e licitações.
O secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, afirmou que o programa não vai cortar gastos públicos. O objetivo é estabilizá-lo no mesmo patamar, incrementando as ações privadas - que subiriam percentualmente à medida que o PIB também evolua.
“O que nós vimos nos últimos anos foi uma substituição de investimento privado em investimento público. Você aumentava o investimento público, ou dava mais crédito ao investimento público, ou dava mais crédito por conta do BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] para obras que o setor privado já queria fazer”, disse o secretário.
Lançado na quinta-feira (1°), o programa federal Pró-Infra estabeleceu três metas a serem atingidas até 2022. O foco maior é mesmo criar as condições para que o Brasil cresça a taxas na casa de 4% a partir do mesmo ano. As ações de logística, energia, saneamento básico, mobilidade urbana, telecomunicações e habitação popular estabelecidas pelo Ministério da Economia terão aportes essencialmente privados.
As metas do Pró-Infra são também elevar a posição do Brasil (81ª) para o 71º lugar no ranking de infraestrutura do Fórum Econômico Mundial, aumentar o investimento anual em infraestrutura de 1,6% para 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB). As primeiras obras não começarão este ano, devido a necessidade de se realizar projetos, licenciamentos e licitações.
O secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, afirmou que o programa não vai cortar gastos públicos. O objetivo é estabilizá-lo no mesmo patamar, incrementando as ações privadas - que subiriam percentualmente à medida que o PIB também evolua.
“O que nós vimos nos últimos anos foi uma substituição de investimento privado em investimento público. Você aumentava o investimento público, ou dava mais crédito ao investimento público, ou dava mais crédito por conta do BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] para obras que o setor privado já queria fazer”, disse o secretário.
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