POLÍTICA: Flashes eleitorais do interior - parte 1
Para todos os lados, reforçar a campanha nesta última semana e lidar, com muito cuidado, com os resultados das urnas é fundamental para consolidar uma posição competitiva em 2014.
Adriano Villela
Não resta dúvida ao observador mais atento. A sucessão estadual de 2014 começa a ser decidida na votação do próximo domingo. O tabuleiro eleitoral que sair do primeiro turno terá influencia direta no pleito de daqui a dois anos. Não será decisivo, mas conduzirá as ações de partidos e coligações na definição das chapas. E algumas convicções já podem ser tiradas.
PT e DEM, líderes na capital. devem continuar polarizando os campos governista e de oposição. O primeiro está com a fatura tranquila em Vitória da Conquista e São Francisco do Conde, com Guilherme Menezes e Rilza Valentim. Perde em Alagoinhas, mas o resultado surte pouco efeito. O prefeito e virtual reeleito Paulo Cézar (PDT) é aliado do Palácio de Ondina, embora Joseíldo Ramos (PT) seja preferível.
Já em Itabuna, Juçara Feitosa - apoiada pelo marido e deputado federal Geraldo Simões (PT) - assiste o favorito e candidato a reeleição Capitão Azevedo (DEM) disputar com Vane da Renascer (PRB). O município da Costa do Cacau pode protagoniza a grande zebra na Bahia, desbancando as siglas que lideram governo e oposição. Em Camaçari, Maurício de Tude (PTN) surpreendeu durante a campanha, mas o quadro permanece confuso. Ninguém se assuste se der Ademir Delgado (PT). O problema de Camaçari é o resultado contaminar a imagem do prefeito Luiz Caetano, nome forte do partido para o governo do estado.
Mesmo vencendo em Itabuna e em alguns municípios do interior, os Democratas não têm um nome para o governo do estado. Vencendo em Salvador, volta a disputa, com o próprio prefeiturável da capital, ACM Neto, ou alguém que tenha ele como padrinho. O PMDB, a princípio, já tem um nome para 2014, o do ex-ministro Geddel Vieira Lima, mas falta-lhe agora resultado nas urnas. Em 2008, o partido conseguiu ganhar em 115 cidades, entre elas na capital. Agora, pode levar em Bom Jesus da Lapa - onde apoia o PV - ou, liderando a chapa, justamente em Candeias, onde o gestor, Sargento Francisco, é brigado com a direção estadual da legenda. Vale acompanhar o desempenho do estreante PSD. Em Simões Filho, terra do presidente estadual e vice-governador, Otto Alencar, a disputa segue apertada.
Ou seja, para todos os lados, reforçar a campanha nesta última semana e lidar, com muito cuidado, com os resultados das urnas é fundamental para consolidar uma posição competitiva em 2014.
Adriano Villela
Não resta dúvida ao observador mais atento. A sucessão estadual de 2014 começa a ser decidida na votação do próximo domingo. O tabuleiro eleitoral que sair do primeiro turno terá influencia direta no pleito de daqui a dois anos. Não será decisivo, mas conduzirá as ações de partidos e coligações na definição das chapas. E algumas convicções já podem ser tiradas.
PT e DEM, líderes na capital. devem continuar polarizando os campos governista e de oposição. O primeiro está com a fatura tranquila em Vitória da Conquista e São Francisco do Conde, com Guilherme Menezes e Rilza Valentim. Perde em Alagoinhas, mas o resultado surte pouco efeito. O prefeito e virtual reeleito Paulo Cézar (PDT) é aliado do Palácio de Ondina, embora Joseíldo Ramos (PT) seja preferível.
Já em Itabuna, Juçara Feitosa - apoiada pelo marido e deputado federal Geraldo Simões (PT) - assiste o favorito e candidato a reeleição Capitão Azevedo (DEM) disputar com Vane da Renascer (PRB). O município da Costa do Cacau pode protagoniza a grande zebra na Bahia, desbancando as siglas que lideram governo e oposição. Em Camaçari, Maurício de Tude (PTN) surpreendeu durante a campanha, mas o quadro permanece confuso. Ninguém se assuste se der Ademir Delgado (PT). O problema de Camaçari é o resultado contaminar a imagem do prefeito Luiz Caetano, nome forte do partido para o governo do estado.
Mesmo vencendo em Itabuna e em alguns municípios do interior, os Democratas não têm um nome para o governo do estado. Vencendo em Salvador, volta a disputa, com o próprio prefeiturável da capital, ACM Neto, ou alguém que tenha ele como padrinho. O PMDB, a princípio, já tem um nome para 2014, o do ex-ministro Geddel Vieira Lima, mas falta-lhe agora resultado nas urnas. Em 2008, o partido conseguiu ganhar em 115 cidades, entre elas na capital. Agora, pode levar em Bom Jesus da Lapa - onde apoia o PV - ou, liderando a chapa, justamente em Candeias, onde o gestor, Sargento Francisco, é brigado com a direção estadual da legenda. Vale acompanhar o desempenho do estreante PSD. Em Simões Filho, terra do presidente estadual e vice-governador, Otto Alencar, a disputa segue apertada.
Ou seja, para todos os lados, reforçar a campanha nesta última semana e lidar, com muito cuidado, com os resultados das urnas é fundamental para consolidar uma posição competitiva em 2014.
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